segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Lançamento de livro foi um sucesso

O lançamento aconteceu em forma de recital, reunindo os principais poetas populares caruaruenses no Museu do Cordel, localizado no Parque 18 de Maio. O livro ‘Depois que a chuva passar’ é de autoria do poeta Jénerson Alves, que também é repórter do Extra, colaborador do blog Presentia e do Programa Espaço Livre (107 FM)


Uma grande equipe poética participou do evento



Artistas de Caruaru
A manhã deste sábado (5) foi separada para a literatura popular. Isso porque o poeta e jornalista Jénerson Alves, lançou o livro ‘Depois que a chuva passar’, que reúne os principais poemas líricos do artista. O lançamento da obra literária foi em forma de recital, no Museu do Cordel, situado no Parque 18 de Maio. A festa começou pela manhã, a partir das 9h. Artistas como Raudênio Lima, Nerisvaldo Alves, Paulo Pereira, Espingarda do Cordel, Dorge Tabosa e Fagner Lima participaram do evento. Além das declamações, o músico Carlos Alves e os violeiros Luciano Leonel e Antônio Marcos abrilhantaram a festa, que foi aberta ao público. Entre os presentes, destacaram-se o violeiro Fenelon Dantas (que mora em São Paulo), a escritora Lourdes Silva, os jornalistas Sandra Silva e Jailson Lima, o artista plástico Chico Matuto, bem como o produtor Paulo Nailson.
Artistas e parte da plateia

O livro ‘Depois que a chuva passar’ é formado por poemas cuja predominância temática está nas angústias e inquietações que fazem parte da existência humana. “Decidi colocar minhas poesias mais viscerais, inclusive algumas escritas há aproximadamente dez anos”, salienta Jénerson Alves. Ele também destaca que tomou a frente de todas as etapas de produção da obra, desde a seleção das poesias até a diagramação do livro e concepção da capa, acentuando o teor autoral da peça. No total, são 13 poesias, distribuídas em 32 páginas. Os poemas são escritos em estilos que vão dos motes e martelos agalopados (gêneros que pertencem à cantoria de viola) chegando até aos sonetos decassilábicos.

Publicado de forma independente, o livro já tem sido enxergado com bons olhos pela classe artística. O presidente da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel (ACLC), Nelson Lima, aplaude o talento do jovem escritor. “Sem fugir das características principais da poesia regional, o autor exprime sentimentos universais, com um lirismo envolvente e um vocabulário bem particular”, ressalta Nelson Lima. O diretor do Museu do Cordel, Olegário Filho, também indica a leitura da obra como fundamental. “Uma excelente ferramenta de divulgação da poesia que provoca reflexão”, define Olegário.



Biografia
Jénerson Alves nasceu no dia 20 de junho de 1987, em Palmares-PE. Porém, reside em Caruaru desde 1988. Aprendeu a ler sozinho, aos 4 anos de idade. Seus primeiros versos foram escritos aos 13, participando de festivais escolares. É autor de mais de uma dezena de cordéis e gravou dois CDs de poemas: ‘Sementes de Amor’ e ‘Do clássico ao matuto’, o último em parceria com o poeta Nerisvaldo Alves.





Memória Fotográfica



A TV Asa Branca realizou a cobertura do evento


O poeta e ator Nerisvaldo Alves foi o 'mestre de cerimonial'
O artista Carlos Alves interpretou várias canções
Jornalistas: Jénerson, Renata Torres, Sandra Silva e Jailson Lima
O poeta Jailtom Pereira recitou poemas de sua autoria
Raudênio Lima, Lourdes Silva, Jénerson Alves, Olegário Filho
Olegário Filho e Paulo Pereira fazendo embolada
Jailtom Pereira, Luciano Leonel, Jénerson, Fenelon Dantas, Espingarda do Cordel e Raudênio Lima
O artista plástico Chico Matuto prestigiou o lançamento
O presidente da Academia de Cordel, Nelson Lima

4 comentários:

Anne Araújo disse...

Respondendo ao seu comentário sobre ter cuidado com a leitura.
Primeiro vá ao dicionário e leia o que significa prosperidade.
Segundo eu não disse que dinheiro traz salvação.
3° Eu deixei de acreditar em Deus por três anos quando li Niezcsthe.
Então eu posso falar sim com toda convicção e olhe que eu poderia ter morrido em um acidente e recebi um milagre de Deus e mesmo assim, quando comecei a ler alguns filósofos perdi a minha fé.
Eu só falo daquilo que eu vivo.
Não prego aquilo que não vivo.
E outra coisa, Abraão não era pobre, ele era extremamente abençoado por Deus e não se deixava corromper pelas riquezas, Davi foi Rei, e não andava como mendigo e muito menos Jesus.
O problema está quando você se deixa corromper pelas riquezas e em momento algum Hagin fala que dinheiro traz salvação, mostra que você nem sequer leu para saber.
E o Rhema Brasil não é uma ceita.

;)
Fica na paz.

Anne Araújo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anne Araújo disse...

Ah outra coisa, o livro é fictício mas tem levado pessoas a acreditar que é daquela maneira ou porque será que os cinemas lotam com filmes de super heróis??
Elas estão vazias e procurando qualquer super herói, um salvador para o vazio que tem.
Inclusive buscam também estórias fictícias.
Fico pasma em saber que você concorda que uma obra literária deva realmente ser lida quando apenas afasta pessoas do caminho que é JESUS.
E não denominações.
Rendo graças a Deus pelo Espírito Santo de Deus que tudo nos testifica e nos ensina e não os homens e nem denominações.
Os cristãos também estão sofrendo por falta de conhecimento.
No dia em que formos para glória saberemos, porque nem todos que diz Senhor Senhor de fato saberemos.

Pelo amor de Deus não me diga que música secular também não tem nada haver.
Oo'

Jénerson Alves disse...

Obrigado pelas respostas.
Todavia, não recordo de ter afirmado que vc falou que dinheiro traz salvação. Minha visão é que a Teologia da Prosperidade apresenta o dinheiro como complemento da salvação (bênção posterior à salvação). Mas eu acho que, sempre, é necessário observar fatores econômicos, históricos e geopolíticos. Pelo menos foi o que concluí a partir dos livros de Hagin, aos quais eu tive acesso e também por meio do que pregam os defensores da TP.
Realmente, Anne, é uma pena que as obras literárias (e filmes e tal) não são lidas (nem vistas) como obras literárias. Há pessoas vazias, mesmo, que confundem as coisas (eu não tinha pensado nesse aspecto). Todavia, mesmo assim, eu acho que se a ficção é lida como ficção, o leitor saberia distinguir o que reter ou não. E isso, como você mesma falou, mostra a falta de conhecimento que predomina no mundo de hoje, inclusive entre os cristãos.
Sabe, apesar dessas aparentes divergências, acho que sentimos "dores" semelhantes (ao ver esse mundo que perece). E fico feliz por poder te chamar de "irmã", pois o sangue dAquele Que É nos une.
E é isso o que importa.
Abraço fraterno!

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