sexta-feira, 24 de junho de 2011

Cultura Popular

Poesia cantada, interpretada e recitada, são muitos os adjetivos para conceituar o Cordel, mas, é impossível se resumir apenas a essas poucas palavras. Essas formas de poesia ultrapassam fronteiras, resiste ao espaço e ao tempo.
A literatura de cordel é escrita em folhetos e ilustrada com xilogravuras para acompanhar o poema. Os cordelistas recitam os seus versos de forma empolgante e melodiosa.
A cultura nordestina apresenta tantas outras manifestações artísticas, mas, essa em especial ganha uma dimensão maior na minha percepção de mundo. Ao ouvir meu amigo, Jénerson Alves, recitando um verso de cordel, fico muito emocionada e ao mesmo tempo viajo para dentro de cada linha. Simplesmente deixo a arte tomar conta de mim e aprecio cada instante dos versos.
Sou uma pessoa de muita sorte por ter a oportunidade de ser amiga de Jénerson Alves, carinhosamente: “o poeta”. Esse nome foi escolhido por causa da sua capacidade intelectual e criativa ter um nível muito acima de nós meros mortais.
Quem não conhece o trabalho “do poeta” precisa visitar o Museu do Cordel está localizado na feira de Caruaru, agreste pernambucano.  Qualquer pessoa que têm interesse em conhecer essa arte milenar pode encontrar artistas locais na feira com suas barracas cheias de livretos de Cordel. O preço é acessível e essa é uma oportunidade de conhecer melhor a cultura pernambucana.

CINTHYA MATTOS

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