quinta-feira, 5 de setembro de 2013

'Pout-porri' de Poemas

Como sorrir, se há lágrimas?
Como chorar, se há riso?
Num mar de interrogações,
Da balsa da fé preciso...


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Um príncipe sei que não sou
(E sê-lo eu jamais queria)...
Eu gosto é da alegria,
Liberdade é o meu show...
Por isso, vivendo eu vou,
Com meu jeito meio louco,
Abafo todo sufoco,
Prefiro a felicidade,
A ciência, a liberdade,
Amo muito e sofro pouco.

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É tempo de quietude,
Solitude.
É tempo de refletir,
Mas em frente ir.
É tempo de caminhar,
Chorar
Ch(orar)
Orar...
Ar!!!

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Está bem. Eu entendi.
Sou só um cara legal.
Não te faço bem, nem mal,
Eu valho pouco pra ti...
Tu não estás nem aí
Se estou no mundo da lua,
Se eu padeço na rua,
Se estou sem céu e sem chão,
Porque o meu coração
Nunca foi seara tua.

Tudo bem. Eu não me meto
Na redoma que puseste
E aquilo que não quiseste
Te outorgar eu não prometo.
Não te escrevo mais soneto
Para não te incomodar...
Ninguém acerta ao errar
E que errei estou certo,
Eu irei sair de perto,
Vou procurar meu lugar...


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Poeta, não sonhe tanto...
Não terás teu paraíso!
Não te iludas, pois teu riso
Não ocultará teu pranto.

Tu permanecerás sem manto,
Sem afago, sem sorriso...
Velho, fraco, triste e liso,
Esquecido em um recanto...

Tu não terás os presentes
Dos doces sonhos latentes
De ouro, prata nem rubi...

Poeta, tu vais chorar,
Sem ninguém pra consolar
A tristeza que há em ti!

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estive no paraíso
em um clima ultrarromântico
embalado por teu cântico
adornado por teu riso
mas tive um susto medonho
pois isso tudo era um sonho
e agora? fazer o quê?
só posso me reclamar...
sem querer me acordar
porque sonhei com você.

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