Penso em Deus, e
pensando nEle eu cismo,
Num mistério de cunho teológico,
No
fervor científico, psicológico,
Com questões que englobam o
misticismo.
Não me curvo ao
teor do panteísmo,
Nem sinais do enigma astrológico,
Não
é só um viés antropológico,
Nem o choro em rancor do
ateísmo...
Vejo em tudo o
fulgor dos toques Seus,
Porém nada contém o poder dEle;
Não
é tudo, tampouco “Tudo é Deus”...
A um tempo: imanente e transcendente.
Tudo é dEle, por
Ele e para Ele;
Glória, pois, para Ele, eternamente!
Jénerson Alves
(Tela: Cristo em Emaús, de Rembrandt)