quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

‘O show de Truman’ e a lição que podemos aprender – por Jénerson Alves

 


No filme ‘O show de Truman – o show da vida’, Jim Carrey interpreta Truman Burbank, um pacato cidadão que vive em Seahaven. Com emprego estável e uma adorável esposa, Truman, aparentemente, leva uma vida feliz.


Entretanto, ele não sabe que tudo ao seu redor é um estúdio de TV, e que, desde recém-nascido, protagoniza um reality show criado por Cristof (Ed Harris) e acompanhado por milhares de pessoas.


Truman começa a desconfiar que algo está errado ao perceber alguns ‘sinais’, como uma iluminação que cai do céu ou uma emissora de rádio que parece narrar todos os seus passos.


A personagem Sylvia (Natascha McElhon), uma figurante por quem Truman se apaixona, tenta alertá-lo da farsa que o rodeia. Ela parece com uma “missionária”, alguém que indica para uma realidade superior à vivida pelo protagonista.


‘O Show de Truman’ é um filme de quase 30 anos que parece apontar para o tempo atual. Com tantas redes sociais, produções de conteúdos e espetacularização da vida, muitas pessoas tornam-se personagens, como se a existência obedecesse a roteiros humanos.


Truman – cujo nome indica, é um “true man”, homem verdadeiro – vai na contramão do engano e procura a verdade. Talvez possamos fazer o mesmo. No filme, a voz de Sylvia foi fundamental neste despertar. Na nossa vida, é fundamental ouvir a voz dAquele que disse: “Ego veni, ut vitam habeant et abundantius habeant” (Jo 10:10).

‘O show de Truman’ e a lição que podemos aprender – por Jénerson Alves

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