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Mostrando postagens de 2017

Cordel - Trump e Israel

Autor: Jénerson Alves O dia seis de dezembro Tem registro no papel Pois o presidente Trump De modo muito fiel Disse que Jerusalém É capital de Israel. Na campanha eleitoral Ele anunciava já Que iria agir assim Do jeito que agindo está E vai mudar a embaixada De Tel Aviv pra lá. No ano 95 O congresso americano Criou a Lei da Embaixada Que já trazia este plano, Mas Clinton, Bush e Obama Protelavam a cada ano. Mais de duzentos rabinos Foram gratos totalmente, Dizendo que esta ação Foi correta e eloquente, Benjamin Netanyahu Aplaudiu o presidente. Dizem que Donald Trump Com o rei Ciro é parecido, Estabelecendo as bases Do reino estabelecido E o terceiro templo mais Perto de ser construído. Por parte da Palestina, Tem ira, fúrias e ais, Protestam com violência O Fatah e o Hamas, Estão promovendo a guerra, Mas dizem que querem a paz.

Pernambuco: Pedestal do Nordeste

Jénerson Alves Pernambuco, uma terra de fartura, Vai crescendo com vastos compromissos. Desenvolve os setores de serviços, A indústria, o comércio, agricultura... Nosso povo possui tanta bravura Que o símbolo da gente é um leão, Sob o sol reluzente no brasão: Espetáculo de glórias e grandezas! Pernambuco é um centro de riquezas, Pedestal do Nordeste e da nação. Munguzá, tapioca, mais beiju, São exemplos da nossa culinária. Carnaval tem no frevo indumentária, Mais caipora, careta, papangu... Se você visitou Caruaru, Conheceu o mais célebre São João. Todos outros estados belos são, Mas o nosso tem muito mais belezas! Pernambuco é um centro de riquezas, Pedestal do Nordeste e da nação. Sairé tem laranjas sem ter fim, Queijo bom com bom leite em Sanharó, Vê-se ecoturismo em Bodocó, Agrestina mantém o alfenim. São José, mais Tabira e Itapetim Formam o berço poético do Sertão, Que se a seca castiga e racha o chão, Mas os versos produzem correntezas

Sina de Poeta

Jénerson Alves Poeta, não sonhe tanto... Não terás teu paraíso! Não te iludas, pois teu riso Não ocultará teu pranto. Permanecerás sem manto, Sem afago, sem sorriso... Velho, fraco, triste e liso, Esquecido em um recanto... Tu não terás os presentes Dos doces sonhos latentes De ouro, prata nem rubi... Poeta, tu vais chorar, Sem ninguém pra consolar A tristeza que há em ti! (Poema classificado para coletânea da Editora Vivara, em 2012)

Revolução Pernambucana

Jénerson Alves Benção da Bandeira (José Cláudio Silva) - historiasylvio.blogspot.com.br Diz o hino da terra dos coqueiros, Paraíso do vate que declama: “Liberdade! Um filho teu proclama!” Nos seus versos sublimes, altaneiros. Pernambuco, teus filhos são guerreiros Combatendo a perversa tirania, Cuja prática é maior que a teoria, Nosso Estado demonstra, em sua história, Uma luta de amor à sacra glória Em favor da real democracia. Teve a Revolução Pernambucana, Movimento emancipacionista, Baseado em ideia iluminista, E contrário à Coroa lusitana. A elite com o povo se irmana No alcance da força liberal. Quer um fim do poder colonial, Novo olhar pra cuidar da coisa pública, Implantar o regime da República E libertar o Brasil de Portugal. Foi em 1817 Que o grupo rebelde, muito ufano, Pôs um fim ao governo de Caetano E instaurar a República compromete. Uma Bárbara Alencar virou vedete, E Domingos Martins, líder certeiro, Da maneira do padre João

Cinco Impedimentos ao Sucesso

Jénerson Alves Em uma biblioteca, Folheando um calhamaço, Encontrei um texto antigo Corroído num pedaço. Mas vi lições destacadas Nas páginas amareladas Às quais ali tive acesso. Tinha pontos pertinentes, Cinco atitudes frequentes Que atrapalham o sucesso. O primeiro destes hábitos Se chama Leviandade, Muita atenção ao que é líquido, Paixão à futilidade, Quantas pessoas estão Preenchendo o coração Com coisa frívola, banal? Tendo um sentimento histérico Valoriza o periférico E esquece o essencial... O segundo impedimento É chamado Negligência (Ou seja, é o desmantelo, A falta de diligência). Pensamentos negligentes Geram ações indolentes De história malsucedida Todo o desleixo se espalha E como um verme atrapalha Todas as áreas da vida. O terceiro impedimento É a famosa Preguiça Peça que afrouxa o caráter E que ao bom ânimo enguiça. Irmã da ociosidade, Mãe da licenciosidade, Rainha dos maus cortejos, Nesta hora, pare e pense: Q

Tire o seu preconceito do caminho

Jénerson Alves Tire as pedras que estão em sua mão, Que eu não quero morrer apedrejado. Eu não posso viver subjugado Pela sua perversa opinião. Tire o ódio que pesa o coração, Que eu prefiro levar meu leve amor. Faça isso e perceba que a flor Vai brotar no local onde era espinho. Tire o seu preconceito do caminho Que eu quero passar com minha cor. Sou um fruto oriundo da raiz Germinada nos solos africanos Que em tumbeiros, navios desumanos, Foi trazida pr' os chãos deste país. Um Estado servil, com ações vis, Massacrou o meu povo sofredor Que, ao invés de maldade e de rancor, Vai pagar o maltrato com carinho. Tire o seu preconceito do caminho Que eu quero passar com minha cor. Todos seres humanos são iguais: Têm molécula, têm células, cromossomos. No princípio de tudo, todos somos Substância sem forma, nada mais! Ao nascer, as camadas sociais Distinções entre nós querem impor, Mas a morte, ao chegar, causa pavor E nós voltamos ao nada rapidinho!

Cordel narra a história da Reforma Protestante

Obra escrita por poeta pernambucano alude aos 500 anos do movimento religioso Narrar os eventos e analisar as repercussões da Reforma Protestante de forma lúdica. Este é o objetivo do livreto ‘A Reforma Protestante em Literatura de Cordel’, que também alude aos 500 anos do movimento que rompeu a unidade religiosa da Europa no século XVI. O autor do folheto é o cordelista pernambucano Jénerson Alves, que também é jornalista e presidente da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel (ACLC). De acordo com o autor, o momento é propício para que os evangélicos reflitam acerca da história da Igreja. “Devido ao grande aumento no número de igrejas evangélicas no Brasil nas últimas décadas, nem todos conhecem bem as origens do segmento. Através do cordel, esta mensagem é narrada de maneira clara e objetiva, pois a poesia popular traz a síntese como uma de suas características mais marcantes”, observa. Os interessados em adquirir o folheto, que tem 24 páginas, devem entrar em co